FCRCN

A FCRCN promove debates, palestras e eventos culturais voltados para as temáticas raciais e de gênero na educação, cultura, religião de matrizes africanas, políticas de ações afirmativas e promoção da igualdade racial, valorizando produtos voltados para o consumo da população negra.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

1º Seminário Integrado de Políticas para Comunidades Quilombolas será realizado em cinco estados - MG, PE, BA, MA e PA

Garanhuns abre 1º Seminário Integrado de Políticas para Comunidades Quilombolas
05/10/2009 - 12:53
Começa por Guaranhuns o 1º Seminário Integrado de Políticas para Comunidades Quilombolas. A etapa pernambucana do Seminário será realizada nesta terça e quarta-feira (6 e 7/10), mobilizando cerca 100 pessoas, a maioria quilombolas, além de gestores e conselheiros municipais e estaduais e integrantes do Fórum Intergovernamental de Igualdade Racial.


Todos estarão reunidos para discutir estratégias para fortalecer a implementação de ações nas áreas de saúde, educação, assistência social, segurança alimentar e geração de renda, previstas no Programa Brasil Quilombola (PBQ).


Com esta iniciativa, a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) pretende estimular o diálogo com as comunidades quilombolas acerca da importância do controle social sobre as políticas públicas, além de estabelecer uma agenda de compromissos em torno do PBQ – programa desenvolvido pelo governo federal desde 2004.


Pernambuco está entre as cinco unidades da federação com maior número de comunidades quilombolas certificadas, além Pará, Maranhão, Bahia e Minas Gerais. O estado, que está entre as prioridades da SEPPIR, concentra cerca de 100 comunidades remanescentes de quilombos, o equivalente a 3.500 famílias.

Confira a programação
6 /10 (terça-feira)
9h   • Solenidade de abertura
10h • Contextualização dos processos históricos das comunidades quilombolas – enfoque regional
• Apresentação do Programa Brasil Quilombola – Avanços, Desafios e Perspectivas – Situação Atual
• Estratégias de acesso às políticas públicas para quilombolas (habitação, previdência, cultura, desenvolvimento local, saneamento)
11h • Debate / Agenda de compromissos
14h • Política Nacional de Saúde Integral da População Negra e Controle Social
• Política Nacional de Atenção Básica em Saúde e Controle Social
17h • Debate / Agenda de compromissos
18h  • Encerramento
7/10 (quarta-feira)
8h • Programa Bolsa Família – cadastramento, inclusão e condicionalidades
• O SUAS e a Proteção Social Básica e Especial – CRAS, BPC e controle social
• Segurança Alimentar e Nutricional – ações emergenciais e estruturantes e controle social                
• Promoção de Inclusão Produtiva
11h  • Debate / Agenda de compromissos
14h  • PBQ - Formação continuada de professores
• Ampliação e melhoria da rede física escolar
• Programa Nacional de Alimentação Escolar
• Programa Brasil Alfabetizado
16h  •  Debate / Agenda de compromissos
17h  • Pactuação da agenda de compromissos
18h  •  Encerramento


Comunicação Social da SEPPIR /PR

Audiência sobre cotas no STF estão abertas - acontecerá de 3 a 5/03/2010

Inscrições para audiência sobre cotas no STF estão abertas
05/10/2009 - 13:30
Os movimentos sociais terão a oportunidade de se manifestar sobre a instituição de cotas para o ingresso nas universidades. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski convocou audiência pública para ouvir a sociedade civil sobre o assunto. A audiência será de 3 a 5 de março de 2010, mas os interessados –especialistas em matéria de políticas de ação afirmativa no ensino superior– devem requerer a participação até o dia 30 de outubro pelo endereço eletrônico acaoafirmativa@stf.jus.br.

Na requisição, os interessados precisam explicar os pontos que pretendem defender e indicar o nome de seu representante. A relação dos inscritos habilitados será publicada no portal eletrônico do STF a partir de 13 de novembro.

O ministro Lewandowski é relator da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 186, proposta pelo partido Democratas (DEM), que questiona a criação de cotas para negros na Universidade de Brasília (UnB).

Comunicação Social da SEPPIR /PR

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

FAN 2009 À VISTA

5º Festival de Arte Negra (FAN 2009) - França convidada especial
2 a 8 Novembro em Belo Horizonte (MG)

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Entremeio sem babado - MAZZA EDIÇÕES


Entremeio sem babado

Autora: Patrícia Santana - Ilustração: Marcial Ávila (A partir de 5 anos
)

Kizzy é o nome de uma menina-menininha de origem africana como seu nome. Perguntadeira, ela deixa os adultos desorientados. Por causa disso foi apelidada por sua avó de entremeio sem babado, pessoa que se mete num assunto em que não é chamada. Mas como era de se esperar, Kizzy não aceitaria o apelido sem saber o que significava.
21 x 21 cm – 36 páginas

Betina - MAZZA EDIÇÕES


Betina

Autora: Nilma Lino Gomes - Ilustração: Denise Nascimento

Sobre a cabeça que pensa e recorda nada melhor que colocar tranças. O penteado requer mãos habilidosas e uma grande alegria de reafirmar valores ancestrais. Com esses elementos, é possível entrelaçar cabelos e aproximar cabeças que pensando juntas pensam muito melhor. A lição do penteado, Betina aprendeu da amorosa avó e a avó aprendeu com a mãe dela que aprendeu com outra mãe que tinha aprendido com uma tia. Só que Betina foi além e espalhou a lição para filhas e filhos, mães e avós que não eram os dela. Mas como ela conseguiu socializar beleza e conhecimento para tanta gente? Ela abriu um salão de beleza diferente e ficou conhecida em vários lugares do país. Mas Nilma Lino Gomes tem muito mais detalhes deliciosos dessa linda história.
27 x 20,5 cm – 24 páginas

Minha mãe é negra sim! Mazza Edições


Minha mãe é negra sim!

Autora: Patrícia Santana - Ilustração: Hyvanildo Leite

O garoto Eno é levado a se perguntar pela sua origem. Negro, ele percebe o preconceito da professora que sugere que Eno pinte o desenho da mãe, negra, de amarelo por ser uma cor mais bonita. Não pode haver tristeza maior para o seu coração. A mãe, que ele tanto amava e era tão linda! E a professora era professora, afinal tão difícil era contestá-la. Mesmo triste, Eno procura saber no dicionário uma explicação para o preconceito. O dicionário não ajudou e ele seguia triste até que o avô tem uma conversa decisiva com ele. E mais do que conversa, aconchegou-o com todo amor. Quer força maior contra o preconceito?
15 x 15 cm – 32 páginas