FCRCN

A FCRCN promove debates, palestras e eventos culturais voltados para as temáticas raciais e de gênero na educação, cultura, religião de matrizes africanas, políticas de ações afirmativas e promoção da igualdade racial, valorizando produtos voltados para o consumo da população negra.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Black is beautiful – a história da Barbie negra em exposição em SP

13.05.2010
Ricardo Schetty

A beleza negra vai ser homenageada em uma exposição – com Barbies. Sim, abre amanhã (13/05) a exposição “Black Barbie” apenas com Barbies negras lá no shopping Pátio Higienópolis. É que a primeira boneca negra da marca faz 30 anos e, por isso mesmo, 80 delas estarão expostas por lá. O destaques vão para: a 1ª Barbie e o 1º Ken negros; as Barbies negras vestidas por estilistas (como a que usa um look de Wilson Ranieri), e vários moldes criados desde a década de 1960 para rosto da boneca afrodescendente. Legal, né? Corre lá, a exposição só vai até o dia 26/05!

Exposição “Black Barbie”
13/05 a 26/05: das 10h às 22h
Entrada franca
Shopping Pátio Higienópolis: av. Higienópolis, 618, Higienópolis, SP
Informações: (11) 3823-2418 begin_of_the_skype_highlighting (11) 3823-2418



Barbie Goddess traz as raízes africanas

Wilson Ranieri posa ao lado de sua Barbie negra
E a Barbie Chanel?

Não podia faltar, claro, o Ken!

Barbie Hard Rock - trabalhada também no militarismo

Uma Barbie pro Jazz? Linda, né?!

A Barbie que homenageou os 50 anos da cia. negra de dança Alvin Ailey

segunda-feira, 17 de maio de 2010


Dona Wilma estará sempre presente em nossas mentes e lutas!

“Fiz a escalada da montanha da vida removendo pedras e plantando flores.” e...Lutando para mudar o mundo. Cora Coralina

Mais uma guerreira nos deixou nesta terça-feira 11 de maio de 2010.

Morreu Dona Vilma, Capitã Regente da Guarda de Caboclos São Jorge Guerreiro e Nossa Senhora do Rosário do Bairro Concórdia.

Sua trajetória foi marcada pela irreverência e contundência na afirmação de suas convicções religiosas, na luta pela divulgação da cultura do povo negro . Estamos solidárias com a dor de seus familiares, amigas e amigos.

Dona Vilma estará sempre presente em nossas mentes e lutas!

Fundação Centro de Referência da Cultura Negra - FCRCN

SEPPIR comemora 122 Anos da Lei Áurea - Data: 12/05/2010

Para marcar a passagem dos 122 anos da Lei Áurea no Brasil, a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) anuncia, na próxima quinta-feira, 13 de maio, novas medidas que contemplam, sobretudo, as áreas de Educação e Segurança Pública, incluindo-se, ainda, aquelas destinadas à qualificação de Gestores Públicos para lidar com a discriminação racial e de gênero em suas instituições. Resultantes de acordos da SEPPIR com diversos organismos, os projetos e ações são:

- A concessão de bolsas de Mestrado e Doutorado especialmente para estudantes de pós-graduação admitidos em instituições de Ensino Superior com base em critérios de Ação Afirmativa e oriundos do PROUNI. São parceiros nessa iniciativa a SEPPIR, o MEC (por intermédio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade - SECAD), a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (CAPES) e o Ministério da Ciência e Tecnologia (por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq). Os organismos assinam Termo de Cooperação no âmbito do Programa Institucional de Bolsas de Pós-graduação de Ações Afirmativas.

- Ampliação do número de bolsas de estudo a serem oferecidas pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC), desenvolvido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e iniciado no segundo semestre de 2009. O projeto se dá em parceria com o Conselho Nacional Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

- Lançamento do Selo para Educação Etnicorracial: uma espécie de flâmula das ações afirmativas na área da Educação, criado com o objetivo de servir como símbolo do reconhecimento do mérito de instituições educacionais (voltadas para a Educação Infantil, o Ensino Fundamental e o Ensino Médio) que vem realizando ações educacionais valorosos no que se refere à implantação da Lei 10.639/03. Colocando em prática o Plano Nacional de Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira. O selo será oferecido pela SEPPIR, em parceria com o MEC, CONSED, UNDIME, UNICEF e UNESCO.

Comunicação Social da SEPPIR/PR

Discurso do Ministro Eloi Ferreira de Araujo na Sessão Solene em homenagem a Joaquim Nabuco, no Senado Federal, em 12/05/2010

Data: 14/05/2010

O SR. ELOI FERREIRA DE ARAÚJO – Sr. Presidente, Exmº Sr. Mão Santa; Sr. Senador Cristovam Buarque, primeiro signatário do requerimento para o acontecimento desta sessão; Senador Marco Maciel; bisnetos do homenageado Joaquim Nabuco, Sr. Pedro Nabuco e Srª Isabel Nabuco; trinetas do homenageado, senhoritas Clara Nabuco e Ana Rosa Nabuco, que também estão por aqui; Ministro Carlos Fernando, que também está aqui conosco; senhoras e senhores, é uma alegria bastante intensa este momento desta sessão e, por essa razão, nós da Seppir buscamos estar presentes, estar aqui comemorando.

O Centenário de Joaquim Nabuco acontece num alinhamento de datas importantes para a Nação brasileira. Neste ano nós também comemoramos os 100 anos da Revolta da Chibata, acontecimento que ocorre em 1910 e que marcou, profundamente, a nossa história, dado que, naquele ano, os marinheiros, liderados pelo Marinheiro João Cândido, interromperam castigos que ainda eram aplicados; uma página triste da nossa armada, nos navios, nas embarcações, que era a crueldade da chibata. João Cândido liderou aquele movimento e, graças a sua luta e a todos os marinheiros que lutaram naquele instante, acabou com aquela barbaridade. O episódio ficou conhecido como a Revolta da Chibata e aconteceu também em 1910.

Neste ano nós também temos um acontecimento muito marcante, que é a Copa do Mundo na África. Tivemos ontem até a escalação anunciada – e que não agradou a todos, como é de se esperar sempre, os técnicos nunca conseguem nos agradar plenamente – para esse acontecimento marcante, que é a Copa do Mundo no Continente Africano. Um acontecimento extraordinário de reconhecimento, de visibilidade e de trazer a África para estar incluída, de uma vez por todas, no âmbito dos espaços reservados, até então, mais para os países do ocidente.

Então, este ano tem algumas datas importantes, entre outras, e a data do centenário de Joaquim Nabuco se insere, então, nessa importância total.

E tenho aqui em mãos, Sr. Presidente, Srª Isabel Nabuco, Sr. Pedro Nabuco, o que acho que motivou a vida de Joaquim Nabuco naquele período.

O senhor pode ver – não sei se dá para ler daí – a Lei nº 3.353, de 13 de maio de 1888. Foi a razão de toda a luta, todo o empenho de Joaquim Nabuco. No seu livro A Escravidão, ele atribui a escravidão como o mais bárbaro dos bárbaros de todos os crimes. Ele coloca a escravidão como um crime tão cruel, que submete a família, submete o Estado, submete a religião. É um crime mais bárbaro até do que o crime contra a vida. Assim ele define no livro A Escravidão.

E aqui, nesse diploma que foi objeto de sua luta, está escrita a lei:

Declara extinta a escravidão no Brasil.

A Princesa Imperial Regente, em Nome de Sua Majestade o Imperador o Senhor D. PEDRO II, faz saber a todos os súditos do IMPÉRIO que a Assembléia-Geral decretou e ela sancionou a Lei seguinte:

Art. 1º É declarada extinta desde a data desta Lei a escravidão no Brasil.

Art. 2º Revogam-se as disposições em contrário.

Essa lei, de cuja sanção estaremos comemorando 122 anos amanhã, foi o principal marco legal que tínhamos até o século passado, porque, com a Constituição de 1988, o racismo ganha uma nova compreensão. A Constituição escreve que o racismo passa a ser crime inafiançável e imprescritível. E a lei do Deputado Caó vem dispor sobre as sanções quanto a esse crime do racismo, do preconceito. Então, essa lei foi um marco.

Joaquim Nabuco, com todos os abolicionistas que se organizaram e que lutaram contra a escravidão, foi o principal dos abolicionistas. Foi o mais destacado e empenhou todo o seu trabalho, toda a sua vida, como já foi aqui dito inúmeras vezes por todos os oradores que me antecederam. E Joaquim Nabuco foi vitorioso com a aprovação da Lei Áurea, que já tinha tentado anteriormente, mas, dada a correlação de forças naquele instante, conseguiu a aprovação de uma lei com um artigo somente, o que provocou o que o Prof. Hélio Santos costuma dizer: o 14 de maio ficou um dia longo. Um dia que já dura, Sr. Presidente, 122 anos, porque não houve a previsão para um processo de inclusão dos negros e negras na sociedade, para fruírem dos bens e serviços disponibilizados até essa época.

Isso foi, com certeza, um processo muito difícil para que, àquela ocasião, o Senador se movesse e aceitasse aquela aprovação, mas a aceitou e trabalhou por aquela aprovação porque tinha presente que, naquela correlação e naquele instante, era isso que era possível. E, mesmo assim, ainda recebemos votos contrários à aprovação dessa lei, com apenas um artigo.

E o que nós temos hoje, senhoras e senhores? Nós acreditamos que é preciso dar prosseguimento à obra de Joaquim Nabuco e de todos aqueles abolicionistas, que deram sua vida por essa causa. E como dar prosseguimento?

O Senador Paulo Paim, que está ali, é autor, em parceria com projeto iniciado pelo Presidente desta Casa, Senador José Sarney, do principal diploma desde a aprovação da Lei Áurea, da principal lei ordinária que nós temos em condição de aprovar para dar prosseguimento ao sonho de Joaquim Nabuco, que é o Estatuto da Igualdade Racial. Será o art. 2º da Lei Áurea, Sr. Presidente!

Essa lei, que hoje tramita nesta Casa, é um diploma de ações afirmativas, um diploma que tem a previsão da inclusão na educação, tem a inclusão para a saúde, para o trabalho, para a linha de financiamento, para a cultura, para a justiça e segurança, para a terra. Eu me arrisco a dizer, sem medo de errar: se Joaquim Nabuco estivesse conosco, ele estaria lutando pelo Estatuto da Igualdade Racial como lutou pela aprovação da Lei Áurea. (Palmas.) Eu não tenho dúvida. E esta Casa tem o desafio de dar à Nação esse diploma.

Quero dizer que esse diploma que aqui tramita, o Estatuto da Igualdade Racial, não é uma lei revolucionária, não é uma lei reformista. É um diploma de ação afirmativa, que, com inúmeros dispositivos, permite ser um ponto de partida para que o País avance na sedimentação, na consolidação da democracia com a inclusão de todos, porque, hoje, temos 50,6% da população brasileira ainda afastados de um processo de fruição plena dos bens e serviços, como eu disse no início.

Então, esse estatuto, como não é um ponto final, é um ponto de partida. Ele não ofende, porque é um ponto de congraçamento, de conciliação. E foi aprovado, por unanimidade, na Câmara dos Deputados, na Comissão Especial que discutiu esse diploma.

Essa matéria veio agora para esta Casa, e nós esperamos que esta Casa, que nunca se furtou a examinar temas tão preciosos, que, desde o Império, não só examinou, como aprovou a Lei Áurea, venha neste instante também aprovar esse estatuto, que é o Estatuto da Igualdade Racial, é o Estatuto Senador Paulo Paim, é o Estatuto Senador Joaquim Nabuco, com certeza.

Por fim, vejo nesta sessão os familiares do Senador tão querido.

Outro dia, na sessão em que o Presidente Lula “bateu quilha” – assim se diz – do navio que a Petrobras inaugurou, que tem 230 metros, capaz de transportar 1 milhão de barris de petróleo – é uma embarcação fantástica, resultado da recuperação da indústria naval – e que recebeu o nome de João Cândido, o Mestre-Sala dos Mares, o Almirante Negro – João Cândido deu nome, batizou aquele navio – naquela ocasião, diante de todos aqueles operários que trabalharam, que foram heróis anônimos, trabalhando na construção daquela embarcação, eu pedi que todos aqueles presentes, no chamamento do marinheiro João Cândido, respondessem “presente”, porque era a maior manifestação de alegria por aquelas ideias de João Cândido ainda estarem contagiando os nossos corações e mentes. Acredito que as ideias de Joaquim Nabuco contagiam esta Casa e estes Senadores. Peço licença a V.Exª, Sr. Presidente, para, da mesma forma, solicitar que, quando eu chamar Joaquim Nabuco, todos repitam junto conosco: “presente”.

Joaquim Nabuco.

PLENÁRIO – Presente.

O SR. ELOI FERREIRA DE ARAÚJO – Joaquim Nabuco.

PLENÁRIO – Presente.

O SR. ELOI FERREIRA DE ARAÚJO – Joaquim Nabuco.

PLENÁRIO – Presente.

O SR. ELOI FERREIRA DE ARAÚJO – Muito obrigado, Sr. Presidente.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Transpetro lança ao mar primeiro navio do Promef e operária será a madrinha

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa amanhã (7) do lançamento e batismo do primeiro navio do Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro (Promef), no Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Ipojuca (PE). Trata-se do primeiro navio petroleiro construído no Brasil a ser entregue ao Sistema Petrobras em 13 anos.

O navio do tipo Suezmax tem 274 metros de comprimento, capacidade para transportar um milhão de barris de petróleo e será batizado João Cândido, que liderou a chamada Revolta da Chibata em 1910, contra os castigos físicos sofridos pelos marinheiros negros na Marinha de Guerra. O petroleiro faz parte de uma lista da Transpetro, que encomendou 49 embarcações a estaleiros nacionais, dentro da estratégia do governo Lula de gerar empregos no Brasil, ao co

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ntrário do que ocorria no governo FHC (1995-2002), que priorizava compras no exterior.

A madrinha do navio João Cândido é a funcionária do Estaleiro Atlântico Sul, Mônica Roberta de França. Ao invés de escolher uma madrinha-celebridade, a Transpetro optou por uma personagem comum, que fez parte da construção do primeiro navio made in Pernambuco. Negra, a madrinha também enaltece a consciência racial do homenageado João Cândido.

Moradora da Ilha de Tatuoca - local onde foi erguido o Estaleiro Atlântico Sul -, Mônica, de 24 anos, assistiu o lugar pacato onde vivia dar lugar a uma fábrica de navios. E foi no empreendimento onde conseguiu seu primeiro emprego com carteira assinada. Amanhã, será protagonista de um momento histórico na economia de Pernambuco. O presidente da Associação de Moradores da Ilha de Tatuoca, Edson Antônio da Silva, comemorou a indicação. "Estamos muito felizes porque a escolha foi por alguém da comunidade", diz.

Ritual

O batismo e lançamento ao mar é o momento mais emblemático da construção de um navio. Na ocasião, a madrinha quebra uma garrafa de champanhe no costado do navio e deseja felicidades à embarcação e a sua tripulação. A cerimônia será acompanhada por cerca de 5.000 convidados.

Convidado da Transpetro, o filho do almirante negro, Adalberto Cândido (conhecido como Candinho), desembarca nesta quinta-feira em Pernambuco, junto com sua esposa, Nadir dos Santos Cândido, para acompanhar a cerimônia de batismo e lançamento ao mar do petroleiro.

Participam também da cerimônia o presidente da Petrobras,José Sergio Gabrielli, o presidente da Transpetro, Sergio Machado, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e vários ministros.

Esperamos que o Presidente em seu discurso anunciasse publicamente a CONEN como protagonista neste momento histórico proponente da homenagem e que possa também falar (e corretamente) do Grande João Cândido. A CONEN é quem poderia estar batizando este NAVIO. Cordial abraço para todas/os; e que tenham uma boa noite.

Saudações, GEOVAN DE XANGÔ/AXÉ

JOÃO CÂNDIDO - ANISTIA E HOMENAGENS PARA O LÍDER DA REVOLTA DA CHIBATA - PELA COORDENAÇÃO NACIONAL DE ENTIDADES NEGRAS - CONEN

Companheiras (os), Conseguimos fazer com que dois representantes da CONEN, apesar dos bloqueios, participassem em Pernambuco do lançamento do navio de João Cândido: Gilberto Leal e Edison (CEABRA). Vamos organizar um boletim eletrônico para a próxima semana destacando o protagonismo da CONEN nesse processo. Flávio Jorge

JOÃO CÂNDIDO - ANISTIA E HOMENAGENS PARA O LÍDER DA REVOLTA DA CHIBATA

SOLICITAÇÃO DE REFERENDO EM PAUTA:

Primeira: conforme Projeto de Lei nº 7.198/2002, de autoria da Senadora Federal Marina Silva, decretada pelo Congresso Nacional (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania), vimos solicitar a concessão imediata, pela Câmara dos Deputados de anistia post mortem a João Cândido Felisberto (observar com cuidado: nos documentos dos familiares o nome dele é apenas João Cândido, já que ao entrar na Marinha de Guerra perde o sobrenome Felisberto, porque havia um sub-oficial com o mesmo nome), líder da Revolta da Chibata, e aos demais participantes do movimento. A anistia de que trata produzirá todos os efeitos, inclusive em relação às promoções a que teriam direito os anistiados se tivessem permanecido em serviço ativo, bem como em relação ao benefício da pensão por morte.

Segunda: conforme anunciado a Petrobrás (Ministério das Minas e Energia) encomendou 42 navios e lançou edital para a compra imediata de 26 navios petroleiros. A medida tem como objetivo modernizar a frota da Transpetro. Para a comissão organizadora da Marcha Zumbi + 10 modernizar é principalmente resgatar os vultos que construíram a história brasileira, por isso solicitamos que o Governo Federal batize um destes navios com o nome João Cândido – O Almirante Negro, prestando assim, justa homenagem àquele que deu a sua vida pela Forças Armadas, pelo seu país, e principalmente, pelos seus companheiros. Com justiça e respeito à memória deste herói nacional precisa ser resgatada, para se construir a história que será perpetuada pelas novas gerações.

* Proposição feita pelas entidades organizadora da Marcha Zumbi + 10 e pela Unidade de Mobilização Nacional pela Anistia (UMNA).

* Documento entregue aos Excelentíssimos Presidentes, Luis Inácio Lula da Silva, da República; Renan Calheiros, do Senado Federal; Aldo Rebelo, da Câmara dos Deputados e ao Meritíssimo Juiz, Dr. Nelson Jobim, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Brasília, 22 de Novembro de 2005

quinta-feira, 6 de maio de 2010

3º Encontro de Negras e Negros do Norte de Minas - FECAN

A Coordenação Geral do Festival de Cultura e Arte Negra – FECAN, convida Vossa Senhoria para participar do 3º Encontro de Negras e Negros do Norte de Minas, a realizar-se no dia 13 de maio de 2010, às 14:00h, no auditório da Escola Estadual Professor Plínio Ribeiro ( Escola Normal ), à Av.Mestra Fininha 1225 Vila Santa Maria Montes Claros Minas Gerais.

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Mesa 03 Juventude,Mídia e racismo com o Jornalista Lourenço Alberto Corrêa Junior (Angola/África)

Mesa 04 O Negro no Lazer com o professor Georgino Neto (Unimontes)

Mesa 05 As Religiões de Matriz Africanas e o Negro com o Astrólogo e Vice Presidente do CERCAN

Contato: Hilário Bispo (38) 9104 4369 - 9946 4731